Internet das coisas: tudo tem wi-fi

Internet  das coisas e lugares
Alguém ainda lembra da época em que era necessário esperar o fim de semana para acessar a internet em seu computador sem que a conta de telefone viesse absurda? Naquela época, o público doméstico da web provavelmente nunca sonhava em acessar a rede dentro de um ônibus em movimento a partir de um celular gigante. Mas o futuro chegou e, com ele, os celulares encolheram – apesar de estarem crescendo de novo – e a internet começou a quebrar suas barreiras.

Hoje, estar em algum lugar sem a possibilidade de se conectar parece absurdo. Amanhã, de fato, será. São poucos os fatores que impedem alguém de acessar a rede, pelo menos nos países mais desenvolvidos. Mesmo os emergentes, porém, recebem investimentos das grandes riquezas internacionais para expandir a cobertura mundial da internet. Pode não ser um ato completamente movido pelo altruísmo, mas acontece. E o crescimento se dá em progressão geométrica, possivelmente incontrolável.

Sem entrar no mérito de decidir se isso é algo bom ou ruim, este do post do Sul do Mundo visa mostrar uma tendência mundial, que é a Internet das Coisas. “Mas que coisa é essa Internet das Coisas?” você pergunta. “Prepara-te”, nós respondemos. Pois, agora, vem a explicação.

internetDesde os primórdios da internet

Mesmo antes do tempo da internet discada e dos protetores de tela animados, cientistas já estudavam a possibilidade de dar a objetos cotidianos a capacidade de se conectar. Ainda em tempos de Guerra Fria, na verdade, a Universidade Carnegie Mellon dos EUA já possuía uma máquina de vendas de refrigerantes que gerava relatórios digitais da mercadoria vendida. Isso em 1982, quando computadores ainda estavam longe de alcançar o público doméstico do Brasil.

Mas, devido especialmente às limitações da época, não houve grandes avanços na área por um bom tempo. O que não quer dizer, no entanto, que teóricos, acadêmicos e estudiosos deixariam de especular. Em 1999, dois conceitos modernos foram introduzidos à academia: o D2D de Bill Joy e o Internet of Things de Kevin Ashton. O primeiro se referia a comunicação de dispositivo para dispositivo (device-to-device, D2D), e o segundo é o assunto deste post.

Segundo o conceito de Ashton (ainda em 1999!), objetos do cotidiano – tais como roupas e eletrodomésticos – seriam capazes de se comunicar entre si (complementando o D2D), criando novas possibilidades. O conceito foi bastante discutido na época, mas a tecnologia ainda precoce não era suficiente para a aplicação com mais forças. A partir de 2014, porém, o termo voltou à tona.

internetA internet das coisas é o futuro

Eric Schmidt, funcionário de alto escalão do Google, afirmou recentemente que a internet estará tão presente no cotidiano que passará a ser imperceptível. Absolutamente tudo estará conectado. Imagine chegar em casa e destrancar a porta com um comando do celular? Ou ser notificado pela máquina de lavar quando sua roupa estiver limpa? Geladeiras – ainda meio caras – já utilizam a internet para fazer compras para você.

E assim a internet vai se tornando algo natural, tão básico para a vida humana quanto o ar e a luz do Sol. Parece exagero, mas é esse caminho que a humanidade está trilhando. Apesar dos críticos, essa evolução pode ser muito promissora. Consegue imaginar as possibilidades? Por sorte, só é preciso garantir uma internet boa como a da Sul e fazer parte do futuro.

Categoria: Conteúdo
Tags: Comunicação, Internet, Sul do Mundo, Tecnologia

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